Agenda

2015

14 - 15 de Fevereiro

Culturgest | Lisboa [Portugal]

2013

30 - 31 de Janeiro

Teatro Tmu-na | Telavive [Israel]

2012

3 - 5 de Fevereiro

Festival Le Standard Idéal, MC93 | Bobigny [França]

2011

22 - 27 de Setembro

Teatro Municipal Maria Matos | Lisboa [Portugal]

Press

Não é preciso muito para que o debate sobre Israel se torne pessoal. Sobretudo por causa da paixão que desperta, e este debate não tem interesse nenhum se não for apaixonado. Por isso decidi escrever uma carta de amor a Israel ou, melhor dizendo, um espetáculo de amor. Uma declaração de amor a um suposto monstro. Voltaire escreveu que é preciso escolher entre países onde se sua e países onde se pensa. Em Israel (o país e o espetáculo) faz-se as duas coisas. O contexto reclama uma vigília constante, um pensamento não-binário, cabeça & músculo.
Aqui cada história individual deve ser lida como a história de Israel, e a história de Israel como a história de uma só pessoa. O ator está sentado em frente ao seu computador, o seu rosto projetado numa tela. É difícil dizer para quem e por quem ele fala: com o público, com ele mesmo, com o objeto do seu amor? Israel, aqui uma nação em forma de ficção, toma um rosto humano, como alguém com quem é preciso viver. A peça, apresentada em Lisboa, Paris e Telavive, recebeu da Sociedade Portuguesa de Autores em 2011 o prémio de melhor texto representado.

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Um espetáculo Teatro Praga

Texto | Pedro Zegre Penim
Criação e interpretação | Pedro Zegre Penim e Catarina Campino
Desenho de luz | Daniel Worm d’Assumpção
Tradução | Kennistranslation
Produção | Cristina Correia, Elisabete Fragoso
Coprodução | Teatro Praga, Teatro Maria Matos

2011 | ISRAEL

Não é preciso muito para que o debate sobre Israel se torne pessoal. Sobretudo por causa da paixão que desperta, e este debate não tem interesse nenhum se não for apaixonado. Por isso decidi escrever uma carta de amor a Israel ou, melhor dizendo, um espetáculo de amor. Uma declaração de amor a um suposto monstro. Voltaire escreveu que é preciso escolher entre países onde se sua e países onde se pensa. Em Israel (o país e o espetáculo) faz-se as duas coisas. O contexto reclama uma vigília constante, um pensamento não-binário, cabeça & músculo.
Aqui cada história individual deve ser lida como a história de Israel, e a história de Israel como a história de uma só pessoa. O ator está sentado em frente ao seu computador, o seu rosto projetado numa tela. É difícil dizer para quem e por quem ele fala: com o público, com ele mesmo, com o objeto do seu amor? Israel, aqui uma nação em forma de ficção, toma um rosto humano, como alguém com quem é preciso viver. A peça, apresentada em Lisboa, Paris e Telavive, recebeu da Sociedade Portuguesa de Autores em 2011 o prémio de melhor texto representado.

 

 

Um espetáculo Teatro Praga

Texto | Pedro Zegre Penim
Criação e interpretação | Pedro Zegre Penim e Catarina Campino
Desenho de luz | Daniel Worm d’Assumpção
Tradução | Kennistranslation
Produção | Cristina Correia, Elisabete Fragoso
Coprodução | Teatro Praga, Teatro Maria Matos

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